SESC Pompeia recebe Amaro Freitas Trio a preços populares


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Recém-chegado de sua turnê europeia, Amaro Freitas Trio se apresenta no dia 11 de janeiro no Sesc Pompeia para apresentar canções do seu segundo ábum, RASIF


“O Brasil tem mais a oferecer do que apenas samba e bossa-nova”.

A afirmação é de Michael Möhring, editor-chefe da revista Tonart Magazine, uma das mais conceituadas publicações musicais da Alemanha.

O país foi um dos destinos europeus por onde passou a turnê de RASIF, o segundo álbum do pianista pernambucano Amaro Freitas ao lado dos músicos Hugo Medeiros (bateria) e Jean Elton (contrabaixo), com participação de Henrique Albino (clarone, flauta e sax barítono). O pianista consolida neste novo trabalho a sua proposta artística de cruzar elementos da cultura popular afro-brasileira com o jazz em uma única espiral sonora. São nove composições inéditas, todas de autoria de Amaro.

Revelação como pianista por ter renovado a cena da música instrumental brasileira ao tocar jazz de forma virtuosa com influências de ritmos nordestinos como os pernambucanos frevo e maracatu (e não por tocar ritmos nacionais com influência do jazz, como é mais comum), Amaro extrapolou as fronteiras do Brasil com Sangue negro, seu disco de estreia (veja matéria e entrevista na edição 48 da revista digital gratuita Teclas & Afins) e agora com RASIF.

Além de Munique, onde tocou no Unterfahrt Jazz Club, a turnê europeia do álbum passou por Portugal (Casa da Música – Porto), Espanha (Festival Conexions e Jazz Terrassa, Barcelona e Terrassa, respectivamente), França (Duc de Lombards – Paris), Suiça (Bird Eye Jazz Cub – Basel) e Inglaterra (Ronnie Scott – Londres).


RASIF no Brasil

No próximo dia 11 de janeiro, o trio faz única apresentação no Sesc Pompeia, em São Paulo. O show na capital paulista marca o início da turnê brasileira de RASIF, o segundo álbum de Amaro Freitas.

O novo disco é um fluxo musical sem fronteiras que conecta com naturalidade o folclore do nordeste brasileiro à vanguarda de nomes como Vijay Iyer, Craig Taborn, Thelonious Monk e dos seus conterrâneos Moacir Santos e Hermeto Pascoal.

Os ritmos são o ponto chave para o conceito do trabalho. Ao lado de Jean Elton (baixo acústico) e do baterista Hugo Medeiros (bateria) mais participações de Henrique Albino (flauta, saxofone e clarone), Amaro explora as capacidades percussivas do piano em complexos padrões matemáticos.

Seus ritmos imprevisíveis e hipnóticos misturam diferentes tipos de compassos e imprimem a sensação surrealista de uma temporalidade dilatada — como se estivéssemos ouvindo os relógios derretidos pintados por Salvador Dalí em faixas como “Mantra”, “Dona Eni” e “Trupé”.

Em contraste com os momentos frenéticos, “Plenilúnio” e “Rasif” evocam momentos de plenitude, quando o peso do tempo é desanuviado pela contemplação da vida e não sentimos as horas passarem.

Amaro Freitas Trio

Amaro Freitas atua dentro do clássico formato de trio, mas não para repetir as normas. Ao contrário, seu trabalho é um escavação de possibilidades, desbravando novas rotas e transformando o esquema piano, baixo acústico e bateria com seu intrincado emaranhado rítmico. O álbum é uma meditação que nos convoca a buscar outras formas de experienciar o tempo.


Amaro Freitas

Nascido no Recife, em Pernambuco, no ano de 1991, Amaro Freitas é graduado em Produção Fonográfica e trilha carreira como pianista, tecladista, compositor, arranjador e diretor musical. Através da música instrumental, ocupou espaços como Teatro BNDES (RJ), Conservatório Pernambucano de Música, Paço do Frevo (PE), Auditório Ibirapuera (SP), Instituto Ling (RS), Blue Note (RJ) dentre outros.

Foi vencedor do Prêmio MIMO Instrumental e Savassi Jazz (2016), além disso, já se apresentou em importantes festivais do país, como: Rio das Ostras Jazz e Blues (RJ), Jurerê Jazz (SC), Jazz na Fábrica (SP), Cerrado Jazz (BSB), Festival de Inverno do SESC Rio (Petrópolis/RJ), Festival de Inverno de Garanhus (PE), etc.

No currículo também consta elogiosas críticas de especialistas, como: Júlio Maria – Estado de São Paulo (SP), Juarez Fonseca – Zero Hora (RS), Leonardo Cavalcanti – Correio Braziliense (DF), Carlos Calado – VALOR e Estado de SP e  Antônio Carlos Miguel – Site G1.

Amaro Freitas, também participou de discos importantes, como do também pernambucano: Lenine (Em Trânsito – 2018).

Serviço

Amaro Freitas

Quando: dia 11 de janeiro de 2019. Sexta, às 21h.

Onde: Teatro do Sesc Pompeia

*O Teatro do Sesc Pompeia possui lugares marcados e galerias superiores não numeradas. Por motivo de segurança, não é permitida a permanência de menores de 12 anos nas galerias, mesmo que acompanhados dos pais ou responsáveis. Abertura da casa com 30 minutos de antecedência ao início do show.

Repertório:

  • Vitrais
  • Samba de César
  • Mantra
  • Plenilúnio
  • Trupé
  • Encruzilhada 
  • Sangue Negro
  • Rasif
  • Dona Eni

Ficha Técnica

  • Amaro Freitas – Piano
  • Jean Elton – Baixo
  • Hugo Medeiros – Bateria
  • Henrique Albino – Sax, Flauta e Clarinete (Part. especial)
  • Laercio Costa / 78 Rotações – Produção Executiva
  • Priscila Basilio – Assessoria de Comunicação

Ingressos: R$6 (credencial plena/trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes), R$10 (pessoas com +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) e R$20 (inteira).

Venda online a partir de 1 de janeiro, terça-feira, às 12h.
Venda presencial nas unidades do Sesc SP a partir de 2 de janeiro, quarta-feira, às 17h30.
Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 12 anos.

Sesc Pompeia – Rua Clélia, 93.
Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações, acesse o portal sescsp.org.br/pompeia


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