Review Korg Nautilus


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A workstation que tem como base os sons e a tecnologia do Kronos chega ao mercado brasileiro oferecendo recursos dedicados para performance em palco e os mesmos nove mecanismos de síntese que fizeram da linha um sonho de consumo

O NAUTILUS pode ser considerado um KRONOS com algumas modificações, apresentando boa parte dos mesmos recursos e custando um pouco menos. Muitos andam pensando que o NAUTILUS é uma secessão do modelo KORG KROME, mas não. Eu diria que o NAUTILUS é uma versão do KRONOS com aplicação e recursos dedicados para performance em palco, por ser mais leve e mais compacto, a passo que o KRONOS continua em linha com todo o seu poder para produções em estúdio e trabalhos mais rebuscados que requerem mais controles no painel etc.

Assim como o KRONOS, o NAUTILUS possui nove mecanismos de síntese dedicados distintos, incluindo um sistema para pianos acústicos, um sistema para pianos elétricos, um simulador de órgão do tipo tonewheel, três sintetizadores analógicos virtuais, um mecanismo baseado em síntese FM e phase distortion com capacidades modulares, um sintetizador que trabalha por meio de modelagem física e um sistema baseado em sampling com suporte para multisamples e wave sequences.

Todos esses nove mecanismos são idênticos aos do KRONOS e a qualidade de som é exatamente a mesma. O sistema HD-1, baseado em sampling, recebeu novas amostras, assim como o mecanismo dedicado para pianos acústicos. Neste review, vou apresentar brevemente cada um destes mecanismos, assim como o modo Combination e o sequenciador MIDI e gravador de áudio, mas o foco será sobre a nova e enxuta interface de usuário do NAUTILUS e demais diferenças em relação ao KRONOS.

Interface

Como se pode ver, o painel do NAUTILUS é bem mais enxuto que o do KRONOS. É sabido que, atualmente, o que mais encarece os instrumentos digitais é o hardware, e a parte de software não conta tanto. Então, para manter o NAUTILUS em um preço mais acessível que o KRONOS, apresentando as mesmas qualidades, a KORG fez algumas modificações. Em primeiro lugar, o display sensível ao toque é ligeiramente menor e recebeu um tom escuro, mais agradável aos olhos. Isso é muito legal, porque cansa menos ao programar o instrumento. Por causa do display menor e da ausência de algumas teclas no painel, a navegação sofreu.

Detalhes do painel

A maior redução em relação ao KRONOS no tocante ao painel está na parte de hardware, o que certamente contribui para um custo mais baixo sem necessariamente comprometer as capacidades musicais do instrumento. A qualidade de construção continua ótima. O painel é de metal e tem design bem atraente. As teclas dos modelos sem ação pesada são muito confortáveis – acredito que são as mesmas do KRONOS 61, não são “moles” e possuem a resposta correta, diferente de alguns outros instrumentos mais baratos da empresa. (Continua na edição 86 de Teclas & Afins) .

Para ler todo o review de Fabio Ribeiro e conhecer mais do Korg Nautilus, acesse a edição 86 da revista digital gratuita Teclas & Afins, clicando aqui!

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