“Meditação”, de Antônio Carlos Jobim e Newton Mendonça


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Este clássico da bossa nova, gravado por inúmeros artistas, em arranjo com tratamento diferenciado de Rosana Giosa

 

 

“Meditação” foi composta por Antônio Carlos Jobim e Newton Mendonça, ambos nascidos no Rio de Janeiro e amigos de infância, nos anos 50. Dos parceiros de Tom Jobim, Newton Mendonça foi o par mais perfeito em harmonia, melodia e inspiração. Pianista, violonista e gaitista, foi importantíssimo para o surgimento do novo gênero musical que nasceria no Brasil e que o levou a ser identificado mundialmente como criador de um novo tipo de música: a bossa nova.

Antecedendo em alguns meses a versão de João Gilberto, que imprimiu à canção sua marca definitiva, “Meditação” foi gravada com sucesso por Isaurinha Garcia, em 1959, acompanhada pelo conjunto do marido, o organista Walter Wanderley. No álbum Sempre Personalíssima, a gravação não trazia a mínima conotação de bossa nova.

Com acompanhamento de cordas, piano discreto, trombone na introdução (que se tornaria clássica) e flauta (apenas na segunda parte e no final), a versão de João Gilberto apresenta um ótimo exemplo da economia que caracterizou a bossa nova em vários aspectos. Em 1967, “Meditação” foi gravada por Frank Sinatra com a participação de Tom Jobim e, até hoje, é interpretada por muitos outros artistas nacionais e internacionais.

Com composição de Jobim e Mendonça tanto na letra quanto na música, como era comum na parceria, “Meditação” tem a estrutura A1 – A2 – B – A3, com 16 compassos em A e oito em B.

 

Para ver as explicações e a partitura completa do arranjo de Rosana Giosa para “Meditação”, acesse gratuitamente a edição 40 da revista digital Teclas & Afins!

 

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